domingo, 29 de agosto de 2010

me levem pra Cuba NOW!

Cara, acabou que a reunião de familia foi muito boa, todos me trataram super bem, sempre curiosos com o que eu tinha a dizer, sempre rindo do meu jeito de falar algo em holandes e do meu senso de humor babaca-metida-a-espertinha - coitados. Amei. A comida era muito boa também mas, bem, lo que paso paso e eu vim aqui falar do meu dia de ontem.

Fui pra Antwerpen com a Such e as amigas. Primeira "viagem" de trem pela Belgica e eu amei quando o GoPasseiro foi la conferir nossos tickets porque lembrei da Katy (ah, jura? sempre vou lembrar dela aqui, mas dessa vez é porque ela tem no quarto dela um chapéu roubado desses sujeitos - aparentemente os uniformes ainda sao os mesmos. Emocionay.)

Tudo lindo na Antwerpen, claro, tudo ainda muito novo, aquele espetaculo, mas once again eu digo que poderia ter sido mais interessante se nao fossemos so fazer compras e conversar futilidades.

Chegamos de volta em Mechelen as 18h e fizemos um jantar em familia num restaurante muito dahora, tinha uma garconete que meu deus, até respirei errado, mas o encontro em si esbarrou nas raias do que se pode chamar de FIASCO, porque Such e Sapna brigavam o tempo todo. Such fazia cara de "nao mereco esse mundo" e Sapna sorria de nervoso tentando amenizar a porra toda.

Mas o que realmente importa nesse post comeca agora: de noite fomos para um bar cubano na Antwerpen também. Eu, Sapna, Such, Lorena e sua mãe espanhola. Foi animal, varios latinos por la e placas de VIVA CHE everywhere, tocou até créu e da mesma forma que as pessoas ficaram abismadas porque eu sabia cantar tudo, eu também fiquei, mas o melhor mesmo foi ter visto a gringaiada tudo querendo rebolar. Sério, sem graca essa parte, nao tinha UMA piranha sequer indo até o chao. Em compensacao, quando tocava salsa ou lambada, capaz que iam até o teto... ah, sim. Um cubano me puxou pra dancar e eu tentava fugir dizendo PERDON PERO NO PUEDO BAILAR, mas o fdp insistiu tanto que até acabei aprendendo - un poquito.
No final de tudo ganhei uma rosa de um marroquino que nem me pergunte como conseguimos desenvolver uma conversa, porque o rapaz so falava holandes e albanes. Meu cérebro ta dando no. Cheguei em casa quase dormindo, quase com febre, quase sobria e totalmente feliz. E suada.